SIGEEI
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Ficha científica integrada

Tubastraea coccinea

Lesson, 1830 · ACCEPTED · GBIF 2259549

79ocorrências externas
19UCs monitoradas
1avaliações EICAT

Condição no Brasil e reconhecimento em UCs

Invasora confirmada no Brasil

Classificação automática baseada em fonte versionadaInvasora confirmada em UC

Espécie exótica invasora confirmada como presente no Brasil por fonte nacional harmonizada.

Espécie exótica invasora confirmada como presente no Brasil na lista nacional harmonizada.

ICMBio · Portaria nº 510/2025: reconhecimento oficial da condição invasora em 11 UC(s) federal(is). Essa informação é local e não altera automaticamente a condição nacional.

Contexto nacional
Em vida livre
Data da avaliação
31/08/2026
Versão
1

Importante: a condição nacional, o reconhecimento oficial em uma UC e a situação local informada pelo gestor são afirmações complementares, com escalas e fontes próprias.

Taxonomia aceita

Reino
Animalia
Filo
Cnidaria
Classe
Anthozoa
Ordem
Scleractinia
Família
Dendrophylliidae
Gênero
Tubastraea

Nomes e sinônimos

  • Tubastraea coccineasubmitted

Fontes de ocorrência

  • Sühs et al. — ocorrências de espécies exóticas invasoras no Brasil79 registros

Distribuição e reconhecimento em unidades de conservação

As evidências de ocorrência e o reconhecimento oficial do ICMBio são exibidos na mesma tabela, sem confundir registro georreferenciado com reconhecimento normativo da condição invasora.

UnidadePresença registradaICMBio · Portaria nº 510/2025
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS2 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE CAIRUÇU5 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE CANANÉIA-IGUAPÉ-PERUÍBESem ocorrência consolidada no SIGEEIInvasora confirmada em UC
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE TAMOIOS17 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARINHA DO LITORAL NORTE6 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO ILHAS QUEIMADA GRANDE E QUEIMADA PEQUENASem ocorrência consolidada no SIGEEIInvasora confirmada em UC
ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE TAMOIOS24 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
ESTAÇÃO ECOLÓGICA TUPINAMBÁSSem ocorrência consolidada no SIGEEIInvasora confirmada em UC
MONUMENTO NATURAL DO ARQUIPÉLAGO DAS ILHAS CAGARRASSem ocorrência consolidada no SIGEEIInvasora confirmada em UC
PARQUE ESTADUAL DA COSTA DO SOL2 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE2 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE ESTADUAL XIXOVÁ-JAPUÍ1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE NACIONAL DA SERRA DA BOCAINASem ocorrência consolidada no SIGEEIInvasora confirmada em UC
PARQUE NATURAL MUNICIPAL DA RESTINGA DA MASSAMBABA1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
REFÚGIO DE VIDA SILVESTRE DO ARQUIPÉLAGO DE ALCATRAZES2 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
RESERVA BIOLÓGICA MARINHA DO ARVOREDO5 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
RESERVA EXTRATIVISTA MARINHA DA BAÍA DO IGUAPESem ocorrência consolidada no SIGEEIInvasora confirmada em UC
RESERVA EXTRATIVISTA MARINHA DO ARRAIAL DO CABO5 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC

Avaliações EICAT globais

Rotas e vetores de introdução e dispersão

Relações nacionais publicadas por Ziller et al. (2026); não representam automaticamente uma rota ativa em cada UC.

Priorização

Os métodos apoiam etapas diferentes da mesma decisão. Seus graus e índices têm sentidos opostos e não devem ser comparados diretamente.

Priorização de ocorrências para manejo

Ziller et al. (2020): integra EICAT, estágio local e frequência. Graus menores indicam maior prioridade.

Priorização de EEI para controle e erradicação

Método oficial do ICMBio para avaliação operacional por gestores de UCs federais. Índices maiores indicam maior prioridade.

Sem avaliação publicada.

Comparar métodos e consultar resultados

Situação local informada

Ainda não há interpretação local cadastrada por gestores.

Manejo registrado

Ainda não há ação de manejo cadastrada.

Proveniência e histórico taxonômico

Referência operacional: GBIF. Divergências são preservadas como propostas e nunca substituem silenciosamente a taxonomia aprovada.

Nenhuma divergência taxonômica foi registrada.

Histórico da condição no Brasil

Cada alteração preserva classificação, evidência, fonte, autoria e justificativa.

  1. Versão 1 · Invasora confirmada no Brasil31/08/2026 · processo automático

    Classificação nacional inicial derivada de fonte científica versionada; casos sem fonte ou conflitantes permanecem pendentes.