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Ficha de avaliação EICAT

Tubastraea coccinea

Lesson, 1830

MO · Moderado

Identificação e síntese

Nomes comunsCoral-sol
Síntese dos impactosExclusão de espécies nativas em função de dominância do substrato; necrose de organismos próximos (mecanismo não explciado).

Taxonomia registrada

Classificação canônica recuperada da integração com o GBIF. O sistema explicita os níveis que a própria resposta do GBIF não informa.

ReinoAnimalia
FiloCnidaria
ClasseAnthozoa
OrdemScleractinia
FamíliaDendrophylliidae
GêneroTubastraea
Bases de dados consultadasGISD,GRIIS,CABI Invasive Species Compendium,Base de dados Nacional (Instituto Hórus)

Avaliação de impactos

Há evidência de impacto ambiental?Sim

1. Redução no desempenho de indivíduos da biota nativa

Resposta: Sim

Mecanismos selecionados: (1) Competição

Evidências por mecanismo

Competição

A survey of three invaded sites found that in 100% of Tubastraea–Mussismilia contacts, Mussismilia showed damage when at distances of < 5 cm from the aliens, but the effect was not reciprocal. Both aliens caused necrosis to the near side of the native colony dead areas were usually overgrown by sponges or crustose coralline algae, and sometimes even by Tubastraea recruits. Most colonies developed deformations at the contact zone. The evidence suggests that the two azooxanthellates are competitively dominant and can reduce or exclude the native coral. This has implications that go farther than local exclusion or extinction: the competitive removal of the native coral reduces production, so ecosystem functions may be compromised (Creed 2006). It has been reported to cause necrosis and deformation of native reef-forming coral species (Santos et al., 2013).

Referências: Creed, J. C. (2006). Two invasive alien azooxanthellate corals, Tubastraea coccinea and Tubastraea tagusensis, dominate the native zooxanthellate Mussismilia hispida in Brazil. Coral Reefs, 25(3), 350–350. doi:10.1007/s00338-006-0105-x SANTOS, L. A. H. D., F. V. RIBEIRO, AND J. C. CREED. 2013. Antagonism between invasive pest corals Tubastraea spp. and the native reef-builder Mussismilia hispida in the southwest Atlantic. J. Exp. Mar. Biol. Ecol. 449:69–76.

2. Declínio no tamanho populacional de espécie nativa

Resposta: Sim

Mecanismos selecionados: (1) Competição

Evidências por mecanismo

Competição

A survey of three invaded sites found that in 100% of Tubastraea–Mussismilia contacts, Mussismilia showed damage when at distances of < 5 cm from the aliens, but the effect was not reciprocal. Both aliens caused necrosis to the near side of the native colony dead areas were usually overgrown by sponges or crustose coralline algae, and sometimes even by Tubastraea recruits. Most colonies developed deformations at the contact zone. The evidence suggests that the two azooxanthellates are competitively dominant and can reduce or exclude the native coral. This has implications that go farther than local exclusion or extinction: the competitive removal of the native coral reduces production, so ecosystem functions may be compromised (Creed 2006).

Referências: Creed, J. C. (2006). Two invasive alien azooxanthellate corals, Tubastraea coccinea and Tubastraea tagusensis, dominate the native zooxanthellate Mussismilia hispida in Brazil. Coral Reefs, 25(3), 350–350. doi:10.1007/s00338-006-0105-x

3. Extinção local de população nativa

Resposta: Não

4. Reversibilidade da extinção local após remoção do táxon

Resposta: Nenhuma extinção registrada

Regiões, confiança e referências

Países ou regiões com impactos mais severosBrasil
Locais de maior impactoRio de Janeiro - Baía da Ilha Grande; Reserva Biológica do Arvoredo - SC
Grau de confiançaMédia
Justificativa da confiançaNão há estudos suficientes para demonstrar o impacto resultante da exclusão de populações ou avaliação sobre processos de extinção local.
Vias e vetores de introduçãoMovimentação de estruturas marinhas como plataformas de petróleo, bioincrustação.
Impactos socioeconômicos ou à saúdeNão.
Referências adicionaisAlthough T. coccinea has become naturalized on some reefs in the Caribbean, at present these exotic corals have had only a minimal impact on reefs and banks in the northern GOM and the Florida Keys (but see Fig. 2). Whether these exotic corals will compete in earnest for available space and become dominant features on reefs of the Flower Garden Banks or the named reefs in the Florida Keys and other natural habitats, however, remains a question for the future. Precht WF, Hickerson EL, Schmahl GP, Aronson RB 2014. The Invasive Coral Tubastraea coccinea (Lesson, 1829): Implications for Natural Habitats in the Gulf of Mexico and the Florida Keys. Gulf of Mexico Science v. 32(1) Article 5. p. 55-59.

Proveniência e registro

Pessoa responsável pela análiseSilvia Renate Ziller
VerificaçãoVerificado
Data de publicação09/04/2021
Número da versão2
Editor da versão atualSilvia
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