SIGEEI

EICAT ASSESSMENT SHEET

EICAT ASSESSMENT SHEET

Environmental Impact Classification for Alien Taxa

Tubastraea tagusensis

Wells, 1982

CATEGORIA EICAT: MODERATE (MO) - MODERADO

Dominância do substrato e eliminação de espécies nativas, inclusive com necrose de tecidos em indivíduos a <5cm de distância.

IDENTIFICATION AND CLASSIFICATION

Scientific name
Tubastraea tagusensis
Autoria
Wells, 1982
Nomes comuns
Coral-sol
Data da avaliação
09/04/2021
Avaliação
Global, independente de unidade de conservação
Resultado
MODERATE (MO) - MODERADO

NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO

Kingdom
Animalia
Phylum
Cnidaria
Class
Anthozoa
Order
Scleractinia
Family
Dendrophylliidae
Genus
Tubastraea

PROVENIÊNCIA E REGISTRO

Pessoa responsável pela análise
Silvia Renate Ziller
Verificação
Não verificado
Verificado por
Não informado
Data da verificação
Não informada
Data de publicação
09/04/2021
Número da versão
1
Editor da versão atual
Silvia

RESUMO DA AVALIAÇÃO EICAT

Confiança EICAT
Média
Justificativa da confiança
Faltam estudos mais específicos sobre extinção local de espécies, ou talvez não tenha havido tempo suficiente desde a introdução para que isso seja documentado.
Países/regiões de maior impacto
Brasil
Locais de maior impacto
Rio de Janeiro - Baía da Ilha Grande; Reserva Biológica do Arvoredo - SC
Espécies impactadas
Não informado
SÍNTESE DOS IMPACTOS

Dominância do substrato e eliminação de espécies nativas, inclusive com necrose de tecidos em indivíduos a <5cm de distância.

AVALIAÇÃO COMPLETA CONFORME O EICAT

As respostas, os mecanismos, as evidências e as referências abaixo preservam a estrutura da avaliação registrada no SIGEEI.

00. O táxon exótico causou impactos ambientais?

Resposta
Sim
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

01. O táxon exótico causou reduções no desempenho de indivíduos na biota nativa?

Resposta
Sim
Mecanismo(s)
(1) Competição
Evidência
Competição: A survey of three invaded sites found that in 100% of Tubastraea–Mussismilia contacts, Mussismilia showed dam- age when at distances of < 5 cm from the aliens, but the effect was not reciprocal. Both aliens caused necrosis to the near side of the native colony dead areas were usually overgrown by sponges or crustose coralline algae, and sometimes even by Tubastraea recruits. Most colonies developed deformations at the contact zone. The evidence suggests that the two azooxanthellates are competitively dominant and can reduce or exclude the native coral. This has implications that go farther than local exclusion or extinction: the competitive removal of the native coral reduces production, so ecosystem functions may be compromised (Creed 2006).
Referências
Creed, J.C. 2006. Two invasive alien azooxanthellate corals, Tubastraea coccinea and Tubastraea tagusensis, dominate the native zooxanthellate Mussismilia hispida in Brazil, Coral Reefs 25: 350.

02. O táxon exótico causou declínio no tamanho da população de alguma espécie nativa?

Resposta
Sim
Mecanismo(s)
(1) Competição
Evidência
Competição: A survey of three invaded sites found that in 100% of Tubastraea–Mussismilia contacts, Mussismilia showed dam- age when at distances of < 5 cm from the aliens, but the effect was not reciprocal. Both aliens caused necrosis to the near side of the native colony dead areas were usually overgrown by sponges or crustose coralline algae, and sometimes even by Tubastraea recruits. Most colonies developed deformations at the contact zone. The evidence suggests that the two azooxanthellates are competitively dominant and can reduce or exclude the native coral. This has implications that go farther than local exclusion or extinction: the competitive removal of the native coral reduces production, so ecosystem functions may be compromised (Creed 2006).
Referências
Creed, J.C. 2006. Two invasive alien azooxanthellate corals, Tubastraea coccinea and Tubastraea tagusensis, dominate the native zooxanthellate Mussismilia hispida in Brazil, Coral Reefs 25: 350.

03. O táxon exótico causou a extinção local de pelo menos uma população de alguma espécie nativa?

Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

04. A extinção local observada é reversível ou irreversível se o táxon exótico for removido?

Resposta
Nenhuma extinção registrada
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA AVALIAÇÃO

Vias de introdução/dispersão
Movimentação de plataformas de petróleo e embarcações, bioincrustação.
Comentários e informações adicionais
Não.
Referências adicionais sobre impactos
Não.
Bases de dados consultadas
GRIIS,Base de dados Nacional (Instituto Hórus)
Comentários taxonômicos
Não informado

NOTAS DE INTERPRETAÇÃO PARA O SIGEEI

PRESENÇA NÃO É IMPACTO LOCAL

Esta ficha representa uma avaliação global da espécie. Ela não declara, por si só, que Tubastraea tagusensis esteja estabelecida, invasora ou causando impacto em uma unidade de conservação específica. Essa distinção deve ser registrada separadamente pelos gestores e especialistas responsáveis pela unidade.

REFERÊNCIAS

  • Não.
  • Creed, J.C. 2006. Two invasive alien azooxanthellate corals, Tubastraea coccinea and Tubastraea tagusensis, dominate the native zooxanthellate Mussismilia hispida in Brazil, Coral Reefs 25: 350.

Financiamento: Projeto Estratégia Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção - (GEF Pró-Espécies) Todos contra extinção. Componente 3 - Prevenção, detecção precoce e resposta rápida de espécies exóticas invasoras.

Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras
Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras
GEF Pró-Espécies — Todos contra a extinção
GEF Pró-Espécies — Todos contra a extinção

Fonte da ficha: SIGEEI - https://sigeei.ufla.br