SIGEEI
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Ficha de avaliação EICAT

Tubastraea tagusensis

Wells, 1982

MO · Moderado

Avaliação histórica recuperada de registros do SIGEEI. A estrutura e os campos foram preservados; a confirmação permanece pendente.

Identificação e síntese

Nomes comunsCoral-sol
Síntese dos impactosDominância do substrato e eliminação de espécies nativas, inclusive com necrose de tecidos em indivíduos a <5cm de distância.

Taxonomia registrada

Classificação canônica recuperada da integração com o GBIF. O sistema explicita os níveis que a própria resposta do GBIF não informa.

ReinoAnimalia
FiloCnidaria
ClasseAnthozoa
OrdemScleractinia
FamíliaDendrophylliidae
GêneroTubastraea
Bases de dados consultadasGRIIS,Base de dados Nacional (Instituto Hórus)

Avaliação de impactos

Há evidência de impacto ambiental?Sim

1. Redução no desempenho de indivíduos da biota nativa

Resposta: Sim

Mecanismos selecionados: (1) Competição

Evidências por mecanismo

Competição

A survey of three invaded sites found that in 100% of Tubastraea–Mussismilia contacts, Mussismilia showed dam- age when at distances of < 5 cm from the aliens, but the effect was not reciprocal. Both aliens caused necrosis to the near side of the native colony dead areas were usually overgrown by sponges or crustose coralline algae, and sometimes even by Tubastraea recruits. Most colonies developed deformations at the contact zone. The evidence suggests that the two azooxanthellates are competitively dominant and can reduce or exclude the native coral. This has implications that go farther than local exclusion or extinction: the competitive removal of the native coral reduces production, so ecosystem functions may be compromised (Creed 2006).

Referências: Creed, J.C. 2006. Two invasive alien azooxanthellate corals, Tubastraea coccinea and Tubastraea tagusensis, dominate the native zooxanthellate Mussismilia hispida in Brazil, Coral Reefs 25: 350.

2. Declínio no tamanho populacional de espécie nativa

Resposta: Sim

Mecanismos selecionados: (1) Competição

Evidências por mecanismo

Competição

A survey of three invaded sites found that in 100% of Tubastraea–Mussismilia contacts, Mussismilia showed dam- age when at distances of < 5 cm from the aliens, but the effect was not reciprocal. Both aliens caused necrosis to the near side of the native colony dead areas were usually overgrown by sponges or crustose coralline algae, and sometimes even by Tubastraea recruits. Most colonies developed deformations at the contact zone. The evidence suggests that the two azooxanthellates are competitively dominant and can reduce or exclude the native coral. This has implications that go farther than local exclusion or extinction: the competitive removal of the native coral reduces production, so ecosystem functions may be compromised (Creed 2006).

Referências: Creed, J.C. 2006. Two invasive alien azooxanthellate corals, Tubastraea coccinea and Tubastraea tagusensis, dominate the native zooxanthellate Mussismilia hispida in Brazil, Coral Reefs 25: 350.

3. Extinção local de população nativa

Resposta: Não

4. Reversibilidade da extinção local após remoção do táxon

Resposta: Nenhuma extinção registrada

Regiões, confiança e referências

Países ou regiões com impactos mais severosBrasil
Locais de maior impactoRio de Janeiro - Baía da Ilha Grande; Reserva Biológica do Arvoredo - SC
Grau de confiançaMédia
Justificativa da confiançaFaltam estudos mais específicos sobre extinção local de espécies, ou talvez não tenha havido tempo suficiente desde a introdução para que isso seja documentado.
Vias e vetores de introduçãoMovimentação de plataformas de petróleo e embarcações, bioincrustação.
Impactos socioeconômicos ou à saúdeNão.
Referências adicionaisNão.

Proveniência e registro

Pessoa responsável pela análiseSilvia Renate Ziller
VerificaçãoNão verificado
Data de publicação09/04/2021
Número da versão1
Editor da versão atualSilvia
Origem da recuperaçãolegacy_yii_logs_and_public_pages