SIGEEI

EICAT ASSESSMENT SHEET

EICAT ASSESSMENT SHEET

Environmental Impact Classification for Alien Taxa

Pilumnoides perlatus Poepig, 1836

(Poeppig, 1836)

CATEGORIA EICAT: DATA DEFICIENT (DD) - DADOS INSUFICIENTES

nenhum impacto relatado.

IDENTIFICATION AND CLASSIFICATION

Scientific name
Pilumnoides perlatus Poepig, 1836
Autoria
(Poeppig, 1836)
Nomes comuns
caranguejo (Português)
Data da avaliação
20/04/2021
Avaliação
Global, independente de unidade de conservação
Resultado
DATA DEFICIENT (DD) - DADOS INSUFICIENTES

NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO

Kingdom
Animalia
Phylum
Arthropoda
Class
Malacostraca
Order
Decapoda
Family
Pilumnoididae
Genus
Pilumnoides

PROVENIÊNCIA E REGISTRO

Pessoa responsável pela análise
Beloni Terezinha Pauli Marterer
Verificação
Não verificado
Verificado por
Não informado
Data da verificação
Não informada
Data de publicação
20/04/2021
Número da versão
1
Editor da versão atual
Não informado

RESUMO DA AVALIAÇÃO EICAT

Confiança EICAT
Alta
Justificativa da confiança
nenhum estudo sobre impacto da espécie foi localizado.
Países/regiões de maior impacto
Brasil; Canadá; Estados Unidos
Locais de maior impacto
no Brasil, tem registro para Rio de Janeiro e São Paulo. Panamá (Tobogá), Estados Unidos (Oregon).
Espécies impactadas
Não informado
SÍNTESE DOS IMPACTOS

nenhum impacto relatado.

AVALIAÇÃO COMPLETA CONFORME O EICAT

As respostas, os mecanismos, as evidências e as referências abaixo preservam a estrutura da avaliação registrada no SIGEEI.

00. O táxon exótico causou impactos ambientais?

Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

01. O táxon exótico causou reduções no desempenho de indivíduos na biota nativa?

Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

02. O táxon exótico causou declínio no tamanho da população de alguma espécie nativa?

Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

03. O táxon exótico causou a extinção local de pelo menos uma população de alguma espécie nativa?

Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

04. A extinção local observada é reversível ou irreversível se o táxon exótico for removido?

Resposta
Nenhuma extinção registrada
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA AVALIAÇÃO

Vias de introdução/dispersão
Boias de navegação, detritos marinhos flutuantes, navio, água de lastro, navegação.
Comentários e informações adicionais
Não informado
Referências adicionais sobre impactos
Silva, E.C.da & Barros, F. (2011) MACROFAUNA BENTÔNICA INTRODUZIDA NO BRASIL: LISTA DE ESPÉCIES MARINHAS E DULCÍCOLAS E DISTRIBUIÇÃO ATUAL Oecologia Australis 15(2): 326-344, 2011 doi:10.4257/oeco.2011.1502.10; MMA (2009) Informe sobre as espécies exóticas invasoras marinhas no Brasil / Ministério do Meio Ambiente; Rubens M. Lopes/IO-USP... [et al.], Editor. – Brasília: MMA/SBF, 2009. 440 p. ; il. color. (Série Biodiversidade, 33) ISBN 978-85-7738-120-3 https://scholar.google.com.br/scholar?cluster=4649035096888163385&hl=pt-BR&as_sdt=0,5; TAVARES, M. & MENDONÇA Jr., J.B. 2004. Introdução de Crustáceos Exóticos no Brasil: Uma Roleta Ecológica. Pp.59- 76. In: J.S.V. Silva & R.C.C.L. Souza (orgs.). Água de lastro e bioinvasão. Interciência, Rio de Janeiro. 224p. Vale, P. (n.d.). (2007) Chemistry of Diarrhetic Shellfish Poisoning Toxins. Phycotoxins: Chemistry and Biochemistry, 211–221. Edited by Luis M. Botana Copyright © 2007 by Blackwell Publishing doi:10.1002/9780470277874.ch12
Bases de dados consultadas
GRIIS,Base de dados Nacional (Instituto Hórus)
Comentários taxonômicos
Não informado

NOTAS DE INTERPRETAÇÃO PARA O SIGEEI

PRESENÇA NÃO É IMPACTO LOCAL

Esta ficha representa uma avaliação global da espécie. Ela não declara, por si só, que Pilumnoides perlatus Poepig, 1836 esteja estabelecida, invasora ou causando impacto em uma unidade de conservação específica. Essa distinção deve ser registrada separadamente pelos gestores e especialistas responsáveis pela unidade.

REFERÊNCIAS

  • Silva, E.C.da & Barros, F. (2011) MACROFAUNA BENTÔNICA INTRODUZIDA NO BRASIL: LISTA DE ESPÉCIES MARINHAS E DULCÍCOLAS E DISTRIBUIÇÃO ATUAL Oecologia Australis 15(2): 326-344, 2011 doi:10.4257/oeco.2011.1502.10; MMA (2009) Informe sobre as espécies exóticas invasoras marinhas no Brasil / Ministério do Meio Ambiente; Rubens M. Lopes/IO-USP... [et al.], Editor. – Brasília: MMA/SBF, 2009. 440 p. ; il. color. (Série Biodiversidade, 33) ISBN 978-85-7738-120-3 https://scholar.google.com.br/scholar?cluster=4649035096888163385&hl=pt-BR&as_sdt=0,5; TAVARES, M. & MENDONÇA Jr., J.B. 2004. Introdução de Crustáceos Exóticos no Brasil: Uma Roleta Ecológica. Pp.59- 76. In: J.S.V. Silva & R.C.C.L. Souza (orgs.). Água de lastro e bioinvasão. Interciência, Rio de Janeiro. 224p. Vale, P. (n.d.). (2007) Chemistry of Diarrhetic Shellfish Poisoning Toxins. Phycotoxins: Chemistry and Biochemistry, 211–221. Edited by Luis M. Botana Copyright © 2007 by Blackwell Publishing doi:10.1002/9780470277874.ch12

Financiamento: Projeto Estratégia Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção - (GEF Pró-Espécies) Todos contra extinção. Componente 3 - Prevenção, detecção precoce e resposta rápida de espécies exóticas invasoras.

Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras
Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras
GEF Pró-Espécies — Todos contra a extinção
GEF Pró-Espécies — Todos contra a extinção

Fonte da ficha: SIGEEI - https://sigeei.ufla.br