Ficha de avaliação EICAT
Urochloa mutica
MN · Baixo
Avaliação histórica recuperada de registros do SIGEEI. A estrutura e os campos foram preservados; a confirmação permanece pendente.
Identificação e síntese
Nomenclatura e vinculação
O nome original da avaliação é preservado. O nome aceito e os sinônimos servem para localização e conciliação, sem sobrescrever o registro EICAT histórico.
Taxonomia registrada
Classificação canônica recuperada da integração com o GBIF. O sistema explicita os níveis que a própria resposta do GBIF não informa.
Avaliação de impactos
1. Redução no desempenho de indivíduos da biota nativa
Resposta: Sim
Mecanismos selecionados: (1) Competição,(6) Envenenamento / toxicidade,(10) Impacto físico no ecossistema
Evidências por mecanismo
Em estudo de regeneração natural em área de mineração abandonada, os autores encontraram que maiores coberturas de U. mutica estão correlacionadas com a menor cobertura de espécies nativas (Bayliss et al. 2006).
Extrato aquoso de folhas de U. mutica inibe o desenvolvimento de raízes de L. sativa em experimentos de laboratório (Chou & Young 1975).
In the dry season, there was evidence of adverse effects of para grass invasion on terrestrial invertebrates, but only compared with hymenachne. Mean richness and abundance in para grass were both lower than in hymenachne. This is due to the higher moisture content of hymenachne. In the wet season, there was evidence that para grass invasion would lead to reduced invertebrate biodiversity and abundance relative to Hymenachne, but not compared with wild rice. Para grass invasion will have variable impacts on terrestrial invertebrate richness and abundance depending on the grass communities that it displaces. While there may be no detectable changes where para grass displaces wild rice, where it displaces hymenachne, the changes will be great and this will likely have implications for other floodplain fauna (Douglas & Connor, 2004)
Referências: Bayliss, P., Bellairs, S. M., Manning, J., Pfitzner, K., Smith, H., Gardener, M., & Calvert, G. (2006, September). The impact of uncontrolled weeds on the rehabilitation success of Nabarlek uranium mine in Arnhem Land, Northern Territory. In Proceedings of the 15th Australian Weeds Conference, eds C. Preston, JH Watts and ND Crossman (pp. 305-8). Chou, C.H., Young, C.C. Phytotoxic substances in twelve subtropical grasses. J Chem Ecol 1, 183–193 (1975). https://doi.org/10.1007/BF00987867 Douglas, M.M., Connor, R.A. (2004) Effects of para grass (Urochloa mutica (Forssk.) T.Q.Nguyen) invasion on terrestrial invertebrates of a tropical floodplain. Fourteenth Australian Weeds Conference. http://caws.org.nz/old-site/awc/2004/awc200411531.pdf
2. Declínio no tamanho populacional de espécie nativa
Resposta: Não
3. Extinção local de população nativa
Resposta: Não
4. Reversibilidade da extinção local após remoção do táxon
Resposta: Nenhuma extinção registrada