EICAT ASSESSMENT SHEET
EICAT ASSESSMENT SHEET
Environmental Impact Classification for Alien Taxa
Hoplosternum littorale (Hancock 1828)
CATEGORIA EICAT: DATA DEFICIENT (DD) - DADOS INSUFICIENTES
Existem trabalhos que sugerem alguns impactos ambientais causados por H. littorale, mas não há evidências concretas
IDENTIFICATION AND CLASSIFICATION
Scientific name
Hoplosternum littorale (Hancock 1828)
Autoria
(Hancock, 1828)
Nomes comuns
tamoatá, tamboatá, camboatá, hassar
Data da avaliação
13/04/2021
Avaliação
Global, independente de unidade de conservação
Resultado
DATA DEFICIENT (DD) - DADOS INSUFICIENTES
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO
Kingdom
Animalia
Phylum
Chordata
Class
Não informado
Order
Siluriformes
Family
Callichthyidae
Genus
Hoplosternum
PROVENIÊNCIA E REGISTRO
Pessoa responsável pela análise
Marina Lopes Bueno
Verificação
Não verificado
Verificado por
Não informado
Data da verificação
Não informada
Data de publicação
13/04/2021
Número da versão
1
Editor da versão atual
Não informado
RESUMO DA AVALIAÇÃO EICAT
Confiança EICAT
Alta
Justificativa da confiança
Não há evidências sobre os impactos causados pela espécie
Países/regiões de maior impacto
Nenhum local
Locais de maior impacto
Espécie invasora em algumas bacias brasileiras (p.ex. Doce e São Francisco) e na Flórida
Espécies impactadas
Não informado
SÍNTESE DOS IMPACTOS
Existem trabalhos que sugerem alguns impactos ambientais causados por H. littorale, mas não há evidências concretas
AVALIAÇÃO COMPLETA CONFORME O EICAT
As respostas, os mecanismos, as evidências e as referências abaixo preservam a estrutura da avaliação registrada no SIGEEI.
00. O táxon exótico causou impactos ambientais?
Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
01. O táxon exótico causou reduções no desempenho de indivíduos na biota nativa?
Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
02. O táxon exótico causou declínio no tamanho da população de alguma espécie nativa?
Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
03. O táxon exótico causou a extinção local de pelo menos uma população de alguma espécie nativa?
Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
04. A extinção local observada é reversível ou irreversível se o táxon exótico for removido?
Resposta
Nenhuma extinção registrada
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA AVALIAÇÃO
Vias de introdução/dispersão
Isca viva e pesca
Comentários e informações adicionais
Não
Referências adicionais sobre impactos
Pompeu, PS, Alves CBM (2003) Local fish extinction in a small tropical lake in Brazil. Neotropical Ichthyology 1(2): 133–135; Duxbury C, Holland J, Pluchino M (2010) Experimental evaluation of the impacts of the invasive catfish Hoplosternum littorale (Hancock, 1828) on aquatic macroinvertebrates Aquatic Invasions, Volume 5, Issue 1: 97-102; LATINI, A. O.; RESENDE, D. C.; POMBO, V. B.; CORADIN, L. (Org.). Espécies exóticas invasoras de águas continentais no Brasil. Brasília: MMA, 2016. 791p. (Série Biodiversidade, 39)
Bases de dados consultadas
GRIIS,CABI Invasive Species Compendium,Base de dados Nacional (Instituto Hórus)
Comentários taxonômicos
Não informado
NOTAS DE INTERPRETAÇÃO PARA O SIGEEI
PRESENÇA NÃO É IMPACTO LOCAL
Esta ficha representa uma avaliação global da espécie. Ela não declara, por si só, que Hoplosternum littorale (Hancock 1828) esteja estabelecida, invasora ou causando impacto em uma unidade de conservação específica. Essa distinção deve ser registrada separadamente pelos gestores e especialistas responsáveis pela unidade.
REFERÊNCIAS
- Pompeu, PS, Alves CBM (2003) Local fish extinction in a small tropical lake in Brazil. Neotropical Ichthyology 1(2): 133–135; Duxbury C, Holland J, Pluchino M (2010) Experimental evaluation of the impacts of the invasive catfish Hoplosternum littorale (Hancock, 1828) on aquatic macroinvertebrates Aquatic Invasions, Volume 5, Issue 1: 97-102; LATINI, A. O.; RESENDE, D. C.; POMBO, V. B.; CORADIN, L. (Org.). Espécies exóticas invasoras de águas continentais no Brasil. Brasília: MMA, 2016. 791p. (Série Biodiversidade, 39)