SIGEEI
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Ficha de avaliação EICAT

Hura crepitans

L.

DD · Dados insuficientes

Avaliação histórica recuperada de registros do SIGEEI. A estrutura e os campos foram preservados; a confirmação permanece pendente.

Identificação e síntese

Nomes comunsassacu, assaçu

Nomenclatura e vinculação

Nome original da avaliação EICATHura crepitans L.
Nome aceito atualHura crepitans
Sinônimos e nomes de fonteHura crepitans
Chave taxonômica GBIF5380015
Situação taxonômica GBIFACCEPTED

O nome original da avaliação é preservado. O nome aceito e os sinônimos servem para localização e conciliação, sem sobrescrever o registro EICAT histórico.

Taxonomia registrada

Classificação canônica recuperada da integração com o GBIF. O sistema explicita os níveis que a própria resposta do GBIF não informa.

ReinoPlantae
FiloTracheophyta
ClasseMagnoliopsida
OrdemMalpighiales
FamíliaEuphorbiaceae
GêneroHura
Bases de dados consultadasBase de dados Nacional (Instituto Hórus)

Avaliação de impactos

Há evidência de impacto ambiental?Não

1. Redução no desempenho de indivíduos da biota nativa

Resposta: Não

2. Declínio no tamanho populacional de espécie nativa

Resposta: Não

3. Extinção local de população nativa

Resposta: Não

4. Reversibilidade da extinção local após remoção do táxon

Resposta: Nenhuma extinção registrada

Regiões, confiança e referências

Países ou regiões com impactos mais severosNenhum local
Locais de maior impactonenhum
Grau de confiançaMédia
Justificativa da confiançaForam analisados diversos artigos sobre a espécie, sem informação de impacto sobre taxas nativos.
Vias e vetores de introduçãoUso ornamental
Impactos socioeconômicos ou à saúdeA espécie é utilizada para fim medicinal e possui toxicidade. O látex é irritante às mucosas; nos olhos, provoca oftalmia acompanhada de edema; na boca e na faringe, causa ardor pronunciado; no sistema digestivo, provoca náuseas e vômitos. As sementes se consumidas pelo homem provocam vômito, constrição da garganta, diarreia, desmaio e tenesmo; depois de serem torradas e transformadas em pó, podem ser utilizadas como laxante; são ricas em proteínas, magnésio, ferro, potássio e sódio, além de serem fonte de óleo, que pode ser processado em biodiesel ou sabão, após a remoção do óleo e o cozimento, podem ser utilizadas na alimentação animal.
Referências adicionaisNão

Proveniência e registro

Pessoa responsável pela análiseJonathan Wilson de Almeida
VerificaçãoNão verificado
Data de publicação25/04/2021
Número da versão1
Origem da recuperaçãolegacy_yii_logs_and_public_pages