Ficha de avaliação EICAT
Geophagus proximus
MO · Moderado
Avaliação histórica recuperada de registros do SIGEEI. A estrutura e os campos foram preservados; a confirmação permanece pendente. Conciliação EICAT confirmada por especialistas em 15/09/2026.
Identificação e síntese
Nomenclatura e vinculação
O nome original da avaliação é preservado. O nome aceito e os sinônimos servem para localização e conciliação, sem sobrescrever o registro EICAT histórico.
Taxonomia registrada
Classificação canônica recuperada da integração com o GBIF. O sistema explicita os níveis que a própria resposta do GBIF não informa.
Avaliação de impactos
1. Redução no desempenho de indivíduos da biota nativa
Resposta: Sim
Mecanismos selecionados: (1) Competição
Evidências por mecanismo
\"Increased abundances of the invasive species coincide with declined abundances of S. pappaterra. Diet overlap between these species was high, but apparently related to their omnivorous–detritivorous habits. Reproductive strategies were also similar.\"
Referências: Gois, K. S., Pelicice, F. M., Gomes, L. C., & Agostinho, A. A. (2014). Invasion of an Amazonian cichlid in the Upper Paraná River: facilitation by dams and decline of a phylogenetically related species. Hydrobiologia, 746(1), 401–413. doi:10.1007/s10750-014-2061-8
2. Declínio no tamanho populacional de espécie nativa
Resposta: Sim
Mecanismos selecionados: (1) Competição
Evidências por mecanismo
\"A espécie vem sendo responsabilizada pela redução da abundância do peixe nativo Geophagus brasiliensis, provavelmente por competição por recurso alimentar. O hábito alimentar de G. proximus em muito se assemelha com o hábito alimentar do peixe nativo Geophagus brasiliensis. Há relatos de que a abundância de G. brasiliensis vem se tornando muito baixa em função da sobreposição de nicho com G. proximus, no reservatório de Três Irmãos (Moretto et al., 2008). Os mesmos autores sugerem que há possibilidade de, até mesmo, extinção local da espécie nativa.\"
Referências: LATINI, A. O.; RESENDE, D. C.; POMBO, V. B.; CORADIN, L. (Org.). Espécies exóticas invasoras de águas continentais no Brasil. Brasília: MMA, 2016. 791p. (Série Biodiversidade, 39)
3. Extinção local de população nativa
Resposta: Não
4. Reversibilidade da extinção local após remoção do táxon
Resposta: Nenhuma extinção registrada