EICAT ASSESSMENT SHEET
EICAT ASSESSMENT SHEET
Environmental Impact Classification for Alien Taxa
Geophagus proximus
A espécie exótica Geophagus proximus vem sendo responsabilizada pela redução da abundância de peixes nativos, pelo mecanismo de competição.
IDENTIFICATION AND CLASSIFICATION
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO
PROVENIÊNCIA E REGISTRO
RESUMO DA AVALIAÇÃO EICAT
A espécie exótica Geophagus proximus vem sendo responsabilizada pela redução da abundância de peixes nativos, pelo mecanismo de competição.
AVALIAÇÃO COMPLETA CONFORME O EICAT
As respostas, os mecanismos, as evidências e as referências abaixo preservam a estrutura da avaliação registrada no SIGEEI.
00. O táxon exótico causou impactos ambientais?
01. O táxon exótico causou reduções no desempenho de indivíduos na biota nativa?
02. O táxon exótico causou declínio no tamanho da população de alguma espécie nativa?
03. O táxon exótico causou a extinção local de pelo menos uma população de alguma espécie nativa?
04. A extinção local observada é reversível ou irreversível se o táxon exótico for removido?
INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA AVALIAÇÃO
NOTAS DE INTERPRETAÇÃO PARA O SIGEEI
Esta ficha representa uma avaliação global da espécie. Ela não declara, por si só, que Geophagus proximus esteja estabelecida, invasora ou causando impacto em uma unidade de conservação específica. Essa distinção deve ser registrada separadamente pelos gestores e especialistas responsáveis pela unidade.
REFERÊNCIAS
- Geophagus proximus (Castelnau, 1855) in GBIF Secretariat (2021). GBIF Backbone Taxonomy. Checklist dataset https://doi.org/10.15468/39omei accessed via GBIF.org on 2022-02-08.
- Gois, K. S., Pelicice, F. M., Gomes, L. C., & Agostinho, A. A. (2014). Invasion of an Amazonian cichlid in the Upper Paraná River: facilitation by dams and decline of a phylogenetically related species. Hydrobiologia, 746(1), 401–413. doi:10.1007/s10750-014-2061-8
- LATINI, A. O.; RESENDE, D. C.; POMBO, V. B.; CORADIN, L. (Org.). Espécies exóticas invasoras de águas continentais no Brasil. Brasília: MMA, 2016. 791p. (Série Biodiversidade, 39)