SIGEEI

EICAT ASSESSMENT SHEET

EICAT ASSESSMENT SHEET

Environmental Impact Classification for Alien Taxa

Blackfordia virginica

Mayer, 1910

CATEGORIA EICAT: MODERATE (MO) - MODERADO

Predação e consumo de invertebrados marinhos nativos.

IDENTIFICATION AND CLASSIFICATION

Scientific name
Blackfordia virginica
Autoria
Mayer, 1910
Nomes comuns
água-viva, medusa
Data da avaliação
29/03/2021
Avaliação
Global, independente de unidade de conservação
Resultado
MODERATE (MO) - MODERADO

NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO

Kingdom
Animalia
Phylum
Cnidaria
Class
Hydrozoa
Order
Leptothecata
Family
Blackfordiidae
Genus
Blackfordia

PROVENIÊNCIA E REGISTRO

Pessoa responsável pela análise
Rafael Dudeque Zenni
Verificação
Verificado
Verificado por
Não informado
Data da verificação
Não informada
Data de publicação
29/03/2021
Número da versão
2
Editor da versão atual
Rafael

RESUMO DA AVALIAÇÃO EICAT

Confiança EICAT
Média
Justificativa da confiança
Há alguns trabalhos indicando observações de campo e experimentos que mostram diminuição de abundância, mas não há trabalhos mais detalhados sobre possíveis espécies ameaçadas sendo consumidas.
Países/regiões de maior impacto
Brasil; França; Portugal; Estados Unidos
Locais de maior impacto
Estuário de Mira em Portugal
Espécies impactadas
Não informado
SÍNTESE DOS IMPACTOS

Predação e consumo de invertebrados marinhos nativos.

AVALIAÇÃO COMPLETA CONFORME O EICAT

As respostas, os mecanismos, as evidências e as referências abaixo preservam a estrutura da avaliação registrada no SIGEEI.

00. O táxon exótico causou impactos ambientais?

Resposta
Sim
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

01. O táxon exótico causou reduções no desempenho de indivíduos na biota nativa?

Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

02. O táxon exótico causou declínio no tamanho da população de alguma espécie nativa?

Resposta
Sim
Mecanismo(s)
(2) Predação,(8) Pastoreio / Herbivoria / Alimentação
Evidência
Predação: The medusae predation impact on the zooplankton community was estimated for copepods, the most abundant zooplankter and also the main metazooplanktonic prey for B. virginica medusae observed during a previous work in the same estuary (Marques et al., 2015). The copepod mortality rate due to medusae predation and the half-life of copepods are presented in Table 2. The analyses undertaken by estuarine site highlighted the patchiness of medusae and zooplankton distributions, therefore prey mortality estimations were higher in regions of higher medusae density and/or lower copepod abundances. Due to higher medusae density during the summer of 2013, the estimated copepod mortality by medusae predation was higher than in the autumn of 2012, with a median predation impact of 0.113 d−1 (excluding site 5, the zooplankton density estimation in this site was likely underestimated due to sampling constraints) and 0.059 d−1, respectively. In agreement with the mortality rates, the estimated median half-life of copepods would be lower in the summer of 2013 than in the autumn of 2012, thus the reduction of 50% of the copepod population caused by medusae predation would occur in 6.1 days, considering the values in the summer of 2013, and in 17.8 days in the autumn of 2012. Pastoreio / herbivoria / alimentação: Medusae were pelagic feeders, consuming both invertebrates and fish larvae. Copepod nauplii were by far most numerous prey in the guts, followed by cyclopoid copepods and mysids. Further studies of B. virginica are needed to understand its potential impacts on estuarine ecosystems, which may be great where it is abundant.
Referências
Wintzer, A., Meek, M., & Moyle, P. (2013). Abundance, size, and diel feeding ecology of Blackfordia virginica (Mayer, 1910), a non-native hydrozoan in the lower Napa and Petaluma Rivers, California (USA). Aquatic Invasions, 8(2), 147–156. https://doi.org/10.3391/ai.2013.8.2.03

03. O táxon exótico causou a extinção local de pelo menos uma população de alguma espécie nativa?

Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

04. A extinção local observada é reversível ou irreversível se o táxon exótico for removido?

Resposta
Nenhuma extinção registrada
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA AVALIAÇÃO

Vias de introdução/dispersão
Não informado
Comentários e informações adicionais
Não informado
Referências adicionais sobre impactos
não
Bases de dados consultadas
GRIIS,CABI Invasive Species Compendium,Base de dados Nacional (Instituto Hórus)
Comentários taxonômicos
Não informado

NOTAS DE INTERPRETAÇÃO PARA O SIGEEI

PRESENÇA NÃO É IMPACTO LOCAL

Esta ficha representa uma avaliação global da espécie. Ela não declara, por si só, que Blackfordia virginica esteja estabelecida, invasora ou causando impacto em uma unidade de conservação específica. Essa distinção deve ser registrada separadamente pelos gestores e especialistas responsáveis pela unidade.

REFERÊNCIAS

  • não
  • Wintzer, A., Meek, M., & Moyle, P. (2013). Abundance, size, and diel feeding ecology of Blackfordia virginica (Mayer, 1910), a non-native hydrozoan in the lower Napa and Petaluma Rivers, California (USA). Aquatic Invasions, 8(2), 147–156. https://doi.org/10.3391/ai.2013.8.2.03

Financiamento: Projeto Estratégia Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção - (GEF Pró-Espécies) Todos contra extinção. Componente 3 - Prevenção, detecção precoce e resposta rápida de espécies exóticas invasoras.

Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras
Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras
GEF Pró-Espécies — Todos contra a extinção
GEF Pró-Espécies — Todos contra a extinção

Fonte da ficha: SIGEEI - https://sigeei.ufla.br