Ficha de avaliação EICAT
Psidium guajava
MO · Moderado
Avaliação histórica recuperada de registros do SIGEEI. A estrutura e os campos foram preservados; a confirmação permanece pendente.
Identificação e síntese
Nomenclatura e vinculação
O nome original da avaliação é preservado. O nome aceito e os sinônimos servem para localização e conciliação, sem sobrescrever o registro EICAT histórico.
Taxonomia registrada
Classificação canônica recuperada da integração com o GBIF. O sistema explicita os níveis que a própria resposta do GBIF não informa.
Avaliação de impactos
1. Redução no desempenho de indivíduos da biota nativa
Resposta: Não
2. Declínio no tamanho populacional de espécie nativa
Resposta: Sim
Mecanismos selecionados: (6) Envenenamento / toxicidade
Evidências por mecanismo
Based on the results, the allellochemicals inherent in P. guajava significantly inhibited the germination, shoot and root length elongation of some of the native plant species (Kawawa, 2016). Apesar do banco de plântulas arbóreas da UF dominada por Psidium guajava ter apresentado uma maior densidade, a riqueza de espécies foi inferior à UF dominada por nativas. O efeito alelopático das folhas, frutos e raízes de Psidium guajava foi registrado sobre a germinação e crescimento de outras espécies. Em adição, compostos químicos pertencentes a grupos com propriedades alelopáticas foram identificados em estudos sobre a composição química de P. guajava. Desta forma, a germinação e o crescimento de plântulas de determinadas espécies arbóreas na UF-PG podem ser inibidos pelo efeito alelopático de P. guajava (Chapla, 2014).
Referências: Kawawa, R. C. A. 2016. Allellopathic potential of invasive Psidium guajava L., against selected native tree species in Kakamega Tropical Forest, Western Kenya. Journal of Pharmacy and Biological Sciences, v. 11, n. 5, pp 80-86. Chapla, T. E. 2014. Invasão biológica e manejo da goiabeira (Psidium guajava L.) na sucessão inicial em pastagens abandonadas na planície de inundação do alto rio Paraná. 87p. Universidade Estadual do Maringá.
3. Extinção local de população nativa
Resposta: Não
4. Reversibilidade da extinção local após remoção do táxon
Resposta: Nenhuma extinção registrada