SIGEEI

Apoio à decisão · manejo de invasões biológicas

Priorização

O SIGEEI mantém dois métodos complementares para ordenar intervenções sobre espécies exóticas invasoras em unidades de conservação. A escolha depende da escala da decisão, da disponibilidade de evidências e do objetivo de gestão.

1Ocorrências com dados suficientes

Use Ziller et al. (2020) quando houver EICAT, estágio local da invasão e frequência espacial avaliáveis para comparar espécies dentro de uma UC.

2Planejamento em UC federal

Use o método ICMBio quando a espécie estiver oficialmente reconhecida na UC e a equipe puder informar ocupação, viabilidade, impactos e capacidade institucional.

3Leitura conjunta

O primeiro método ordena focos biológicos; o segundo orienta a exequibilidade institucional. Graus e índices têm sentidos opostos e não são conversíveis.

Priorização de ocorrências para manejo · Ziller et al. (2020)

Indicada para ordenar espécies com ocorrência dentro de uma mesma UC quando estão disponíveis três componentes: magnitude de impacto global pela EICAT, estágio local da invasão e frequência espacial das evidências. O método permite triagem padronizada em UCs federais, estaduais, municipais e particulares.

Pr = Risco da espécie + Estágio da invasão + Frequência de ocorrência − 2

Quanto menor o grau, maior a prioridade de manejo. A ausência de EICAT ou de informação local suficiente reduz a aplicabilidade do resultado; presença registrada, isoladamente, não confirma invasão ou impacto.

Consultar Ziller et al. (2020)

Histórico de execuções

Focos analisados9
Espécies471
Unidades de conservação1427
Refinar a consultaPesquise, marque uma ou mais opções e aplique os filtros.
Espécies
Nenhuma seleção — todos os registros serão considerados.
Unidades de conservação
PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU
Limpar todos

Método: eicat-spatial-focus · versão 1.2.0. Para revisar, entre em sua conta.

Exibindo até 50 registros de Grau 3.

PrioridadeGrau 3

Brotogeris tirica (Gmelin, 1788)

PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU

Evidências1 registro(s)Em vida livre
Fatores da prioridade
Risco da espécie
2
Estágio da invasão
1
Frequência de ocorrência
2
Estimativa automática
PrioridadeGrau 3

Brotogeris tirica (Gmelin, 1788)

PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU

Evidências1 registro(s)Em vida livre
Fatores da prioridade
Risco da espécie
2
Estágio da invasão
1
Frequência de ocorrência
2
Estimativa automática
PrioridadeGrau 3

Brotogeris tirica (Gmelin, 1788)

PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU

Evidências1 registro(s)Em vida livre
Fatores da prioridade
Risco da espécie
2
Estágio da invasão
1
Frequência de ocorrência
2
Estimativa automática
PrioridadeGrau 3

Brotogeris tirica (Gmelin, 1788)

PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU

Evidências1 registro(s)Em vida livre
Fatores da prioridade
Risco da espécie
2
Estágio da invasão
1
Frequência de ocorrência
2
Estimativa automática
PrioridadeGrau 3

Bubulcus ibis (Linnaeus, 1758)

PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU

Evidências1 registro(s)Em vida livre
Fatores da prioridade
Risco da espécie
2
Estágio da invasão
1
Frequência de ocorrência
2
Estimativa automática
PrioridadeGrau 3

Bubulcus ibis (Linnaeus, 1758)

PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU

Evidências1 registro(s)Em vida livre
Fatores da prioridade
Risco da espécie
2
Estágio da invasão
1
Frequência de ocorrência
2
Estimativa automática
PrioridadeGrau 3

Passer domesticus (Linnaeus, 1758)

PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU

Evidências1 registro(s)Em vida livre
Fatores da prioridade
Risco da espécie
2
Estágio da invasão
1
Frequência de ocorrência
2
Estimativa automática
PrioridadeGrau 3

Passer domesticus (Linnaeus, 1758)

PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU

Evidências1 registro(s)Em vida livre
Fatores da prioridade
Risco da espécie
2
Estágio da invasão
1
Frequência de ocorrência
2
Estimativa automática
PrioridadeGrau 3

Passer domesticus (Linnaeus, 1758)

PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU

Evidências1 registro(s)Em vida livre
Fatores da prioridade
Risco da espécie
2
Estágio da invasão
1
Frequência de ocorrência
2
Estimativa automática