Apoio à decisão · manejo de invasões biológicas
Priorização
O SIGEEI mantém dois métodos complementares para ordenar intervenções sobre espécies exóticas invasoras em unidades de conservação. A escolha depende da escala da decisão, da disponibilidade de evidências e do objetivo de gestão.
Use Ziller et al. (2020) quando houver EICAT, estágio local da invasão e frequência espacial avaliáveis para comparar espécies dentro de uma UC.
Use o método ICMBio quando a espécie estiver oficialmente reconhecida na UC e a equipe puder informar ocupação, viabilidade, impactos e capacidade institucional.
O primeiro método ordena focos biológicos; o segundo orienta a exequibilidade institucional. Graus e índices têm sentidos opostos e não são conversíveis.
Indicada para ordenar espécies com ocorrência dentro de uma mesma UC quando estão disponíveis três componentes: magnitude de impacto global pela EICAT, estágio local da invasão e frequência espacial das evidências. O método permite triagem padronizada em UCs federais, estaduais, municipais e particulares.
Pr = Risco da espécie + Estágio da invasão + Frequência de ocorrência − 2Quanto menor o grau, maior a prioridade de manejo. A ausência de EICAT ou de informação local suficiente reduz a aplicabilidade do resultado; presença registrada, isoladamente, não confirma invasão ou impacto.
Consultar Ziller et al. (2020)Método: eicat-spatial-focus · versão 1.2.0. Para revisar, entre em sua conta.
Exibindo até 50 registros de Grau 3.
Aedes aegypti (Linnaeus, 1762)
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO IGUATEMI NO MUNICÍPIO DE AMAMBAI
- Risco da espécie
- 3
- Estágio da invasão
- 1
- Frequência de ocorrência
- 1
Aedes albopictus (Skuse, 1894)
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO IGUATEMI NO MUNICÍPIO DE AMAMBAI
- Risco da espécie
- 3
- Estágio da invasão
- 1
- Frequência de ocorrência
- 1
Hyparrhenia rufa (Nees) Stapf
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO IGUATEMI NO MUNICÍPIO DE AMAMBAI
- Risco da espécie
- 3
- Estágio da invasão
- 1
- Frequência de ocorrência
- 1