Ficha científica integrada
Leporinus macrocephalus
Garavello & Britski, 1988 · ACCEPTED · GBIF 2355378
Condição no Brasil e reconhecimento em UCs
Condição indeterminada ou em revisão
Não há evidência nacional conciliada suficiente ou existem informações conflitantes.
Ainda não há fonte nacional conciliada suficiente para classificar a condição no Brasil.
- Contexto nacional
- Indeterminado
- Fonte nacional
- Não informado
- Data da avaliação
- 31/08/2026
- Versão
- 1
Importante: a condição nacional, o reconhecimento oficial em uma UC e a situação local informada pelo gestor são afirmações complementares, com escalas e fontes próprias.
Taxonomia aceita
- Reino
- Animalia
- Filo
- Chordata
- Classe
- Não informado
- Ordem
- Characiformes
- Família
- Anostomidae
- Gênero
- Leporinus
Nomes e sinônimos
- Leporinus macrocephalussubmitted
Fontes de ocorrência
- Sühs et al. — ocorrências de espécies exóticas invasoras no Brasil22 registros
Distribuição e reconhecimento em unidades de conservação
As evidências de ocorrência e o reconhecimento oficial do ICMBio são exibidos na mesma tabela, sem confundir registro georreferenciado com reconhecimento normativo da condição invasora.
| Unidade | Presença registrada | ICMBio · Portaria nº 510/2025 |
|---|---|---|
| ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BACIA DO RIO PANDEIROS | 3 ocorrência(s) | Sem reconhecimento nesta lista |
| ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE | 1 ocorrência(s) | Sem reconhecimento nesta lista |
| ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE UPAON-AÇU / MIRITIBA / ALTO PREGUIÇAS | 1 ocorrência(s) | Sem reconhecimento nesta lista |
| ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL TANQUÃ-RIO PIRACICABA | 1 ocorrência(s) | Sem reconhecimento nesta lista |
| PARQUE ESTADUAL DO PAU FURADO | 1 ocorrência(s) | Sem reconhecimento nesta lista |
| REFÚGIO ESTADUAL DE VIDA SILVESTRE RIO PANDEIROS | 3 ocorrência(s) | Sem reconhecimento nesta lista |
Avaliações EICAT globais
- DD · Dados insuficientesconfirmed
Rotas e vetores de introdução e dispersão
Relações nacionais publicadas por Ziller et al. (2026); não representam automaticamente uma rota ativa em cada UC.
Nenhuma relação publicada foi conciliada a esta espécie.
Priorização
Os métodos apoiam etapas diferentes da mesma decisão. Seus graus e índices têm sentidos opostos e não devem ser comparados diretamente.
Priorização de ocorrências para manejo
Ziller et al. (2020): integra EICAT, estágio local e frequência. Graus menores indicam maior prioridade.
- Grau 2 · ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE
- Grau 2 · ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE UPAON-AÇU / MIRITIBA / ALTO PREGUIÇAS
- Grau 2 · ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL TANQUÃ-RIO PIRACICABA
- Grau 2 · PARQUE ESTADUAL DO PAU FURADO
- Grau 3 · ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BACIA DO RIO PANDEIROS
- Grau 3 · ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BACIA DO RIO PANDEIROS
- Grau 3 · REFÚGIO ESTADUAL DE VIDA SILVESTRE RIO PANDEIROS
- Grau 3 · REFÚGIO ESTADUAL DE VIDA SILVESTRE RIO PANDEIROS
Priorização de EEI para controle e erradicação
Método oficial do ICMBio para avaliação operacional por gestores de UCs federais. Índices maiores indicam maior prioridade.
Sem avaliação publicada.
Situação local informada
Ainda não há interpretação local cadastrada por gestores.
Manejo registrado
Ainda não há ação de manejo cadastrada.
Proveniência e histórico taxonômico
Referência operacional: GBIF. Divergências são preservadas como propostas e nunca substituem silenciosamente a taxonomia aprovada.
- accepted27/08/2026
Normalização estrutural: separa nome canônico e autoria, sem mudar o táxon.
- superseded26/08/2026
Proposta técnica substituída após a correção do conciliador GBIF. Nenhuma alteração taxonômica foi aplicada.
Histórico da condição no Brasil
Cada alteração preserva classificação, evidência, fonte, autoria e justificativa.
- Versão 1 · Condição indeterminada ou em revisão31/08/2026 · processo automático
Classificação nacional inicial derivada de fonte científica versionada; casos sem fonte ou conflitantes permanecem pendentes.