SIGEEI
← Espécies monitoradas

Ficha científica integrada

Phyllodytes luteolus

(Wied-Neuwied, 1821) · ACCEPTED · GBIF 5217972

118ocorrências externas
21UCs monitoradas
1avaliações EICAT

Condição no Brasil e reconhecimento em UCs

Invasora confirmada no Brasil

Classificação automática baseada em fonte versionada

Espécie exótica invasora confirmada como presente no Brasil por fonte nacional harmonizada.

Espécie exótica invasora confirmada como presente no Brasil na lista nacional harmonizada.

Contexto nacional
Em vida livre
Data da avaliação
31/08/2026
Versão
1

Importante: a condição nacional, o reconhecimento oficial em uma UC e a situação local informada pelo gestor são afirmações complementares, com escalas e fontes próprias.

Taxonomia aceita

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Amphibia
Ordem
Anura
Família
Hylidae
Gênero
Phyllodytes

Nomes e sinônimos

  • Phyllodytes luteolussubmitted

Fontes de ocorrência

  • Sühs et al. — ocorrências de espécies exóticas invasoras no Brasil118 registros

Distribuição e reconhecimento em unidades de conservação

As evidências de ocorrência e o reconhecimento oficial do ICMBio são exibidos na mesma tabela, sem confundir registro georreferenciado com reconhecimento normativo da condição invasora.

UnidadePresença registradaICMBio · Portaria nº 510/2025
APA DA ORLA MARÍTIMA DA BAÍA DE SEPETIBA1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE6 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA FOZ DO RIO DOCE1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE SANTO AMARO2 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE PRAIA MOLE1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SETIBA5 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PICO DO GOIAPABA-AÇU1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MUNICIPAL DA SERRA DO GUARARU1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO DOIS IRMÃOS1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE ESTADUAL DE ITAÚNAS1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE ESTADUAL PAULO CÉSAR VINHA2 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE NACIONAL DE BOA NOVA1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE NACIONAL DO PAU BRASIL1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE NATURAL MUNICIPAL DE JACARENEMA2 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE NATURAL MUNICIPAL DO ARICANGA WALDEMAR DEVENS1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE NATURAL MUNICIPAL GOIAPABA-AÇU1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
REFÚGIO DE VIDA SILVESTRE MATA DA USINA SÃO JOSÉ1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
RESERVA BIOLÓGICA AUGUSTO RUSCHI1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
RESERVA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL CONCHA D´OSTRA2 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
RESERVA PARTICULAR DO PATRIMÔNIO NATURAL FAZENDA PARAÍSO1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista

Avaliações EICAT globais

Rotas e vetores de introdução e dispersão

Relações nacionais publicadas por Ziller et al. (2026); não representam automaticamente uma rota ativa em cada UC.

Priorização

Os métodos apoiam etapas diferentes da mesma decisão. Seus graus e índices têm sentidos opostos e não devem ser comparados diretamente.

Priorização de ocorrências para manejo

Ziller et al. (2020): integra EICAT, estágio local e frequência. Graus menores indicam maior prioridade.

Priorização de EEI para controle e erradicação

Método oficial do ICMBio para avaliação operacional por gestores de UCs federais. Índices maiores indicam maior prioridade.

Sem avaliação publicada.

Comparar métodos e consultar resultados

Situação local informada

Ainda não há interpretação local cadastrada por gestores.

Manejo registrado

Ainda não há ação de manejo cadastrada.

Proveniência e histórico taxonômico

Referência operacional: GBIF. Divergências são preservadas como propostas e nunca substituem silenciosamente a taxonomia aprovada.

Nenhuma divergência taxonômica foi registrada.

Histórico da condição no Brasil

Cada alteração preserva classificação, evidência, fonte, autoria e justificativa.

  1. Versão 1 · Invasora confirmada no Brasil31/08/2026 · processo automático

    Classificação nacional inicial derivada de fonte científica versionada; casos sem fonte ou conflitantes permanecem pendentes.