EICAT ASSESSMENT SHEET
EICAT ASSESSMENT SHEET
Environmental Impact Classification for Alien Taxa
Leiosolenus aristatus Dillwyn, 1817
CATEGORIA EICAT: MODERATE (MO) - MODERADO
Não informado
IDENTIFICATION AND CLASSIFICATION
Scientific name
Leiosolenus aristatus Dillwyn, 1817
Autoria
(Dillwyn, 1817)
Nomes comuns
Não informado
Data da avaliação
14/04/2021
Avaliação
Global, independente de unidade de conservação
Resultado
MODERATE (MO) - MODERADO
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO
Kingdom
Animalia
Phylum
Mollusca
Class
Bivalvia
Order
Mytilida
Family
Mytilidae
Genus
Leiosolenus
PROVENIÊNCIA E REGISTRO
Pessoa responsável pela análise
Thiago Couto
Verificação
Não verificado
Verificado por
Não informado
Data da verificação
Não informada
Data de publicação
14/04/2021
Número da versão
1
Editor da versão atual
Não informado
RESUMO DA AVALIAÇÃO EICAT
Confiança EICAT
Média
Justificativa da confiança
Apesar de ter encontrado evidências de que a espécie pode levar espécies nativas a morte, não encontrei nada problematizando a questão.
Países/regiões de maior impacto
Nenhum local
Locais de maior impacto
Nenhum
Espécies impactadas
Não informado
SÍNTESE DOS IMPACTOS
Não informado
AVALIAÇÃO COMPLETA CONFORME O EICAT
As respostas, os mecanismos, as evidências e as referências abaixo preservam a estrutura da avaliação registrada no SIGEEI.
00. O táxon exótico causou impactos ambientais?
Resposta
Sim
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
01. O táxon exótico causou reduções no desempenho de indivíduos na biota nativa?
Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
02. O táxon exótico causou declínio no tamanho da população de alguma espécie nativa?
Resposta
Sim
Mecanismo(s)
(10) Impacto físico no ecossistema
Evidência
Impacto físico no ecossistema: The habitat of Leiosolenus aristatus
consists of hard surfaces, such as shells, corals
and barnacles. It often punctures shells of
other mollusks, causing damage and
deformities. Having regard to the preferred habitat, is acceptable to admit that we are talking about a species which needs to perforate to survive. Such perforation may have possible damage to native species, because the “datemussels” (common name for the posterior part of the shells being crossed like fingers) perforate the living shells, causing deformation of the host and even its death
Referências
Silva, R. P. 2018. The sun coral as an ecosystem engineer. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa, 52 pp.
03. O táxon exótico causou a extinção local de pelo menos uma população de alguma espécie nativa?
Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
04. A extinção local observada é reversível ou irreversível se o táxon exótico for removido?
Resposta
Nenhuma extinção registrada
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA AVALIAÇÃO
Vias de introdução/dispersão
Embarcações
Comentários e informações adicionais
Não
Referências adicionais sobre impactos
Vinagrem C., Silva, R., Mendonça, V., Flores, A. A. V., Baeta, A., Marques, J. C. 2018. Food web organization following the invasion of habitat-modifying Tubastraea spp. corals appears to favour the invasive borer bivalve leiosolenus aristatus. Ecological Indicators 85: 1204-1209.
Bases de dados consultadas
Outra,WoRMS
Comentários taxonômicos
Não informado
NOTAS DE INTERPRETAÇÃO PARA O SIGEEI
PRESENÇA NÃO É IMPACTO LOCAL
Esta ficha representa uma avaliação global da espécie. Ela não declara, por si só, que Leiosolenus aristatus Dillwyn, 1817 esteja estabelecida, invasora ou causando impacto em uma unidade de conservação específica. Essa distinção deve ser registrada separadamente pelos gestores e especialistas responsáveis pela unidade.
REFERÊNCIAS
- Vinagrem C., Silva, R., Mendonça, V., Flores, A. A. V., Baeta, A., Marques, J. C. 2018. Food web organization following the invasion of habitat-modifying Tubastraea spp. corals appears to favour the invasive borer bivalve leiosolenus aristatus. Ecological Indicators 85: 1204-1209.
- Silva, R. P. 2018. The sun coral as an ecosystem engineer. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa, 52 pp.