SIGEEI

EICAT ASSESSMENT SHEET

EICAT ASSESSMENT SHEET

Environmental Impact Classification for Alien Taxa

Urosalpinx cinerea Say, 1822

(Say, 1822)

CATEGORIA EICAT: MINOR (MN) - BAIXO

Espécie predadora, alimenta-se de moluscos e cracas e outros organismos marinhos. Compete com espécie nativa por alimento. Pode causar grande prejuízo a cultivos de moluscos, (foi controlada com composto anti-incrustante tributilestanho (TBT) que dificulta ou interrompe a reprodução em U. cinerea e outros caramujos marinhos (Gibbs et al., 1991). O TBT está proibido em grande parte dos países.

IDENTIFICATION AND CLASSIFICATION

Scientific name
Urosalpinx cinerea Say, 1822
Autoria
(Say, 1822)
Nomes comuns
atlantic oyster drill (Inglês), american whelk tingle (Inglês), american tingle (Inglês), american sting winkle (Inglês), american oyster drill (Inglês), perceur d'huitre (Francês)
Data da avaliação
28/06/2021
Avaliação
Global, independente de unidade de conservação
Resultado
MINOR (MN) - BAIXO

NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO

Kingdom
Animalia
Phylum
Mollusca
Class
Gastropoda
Order
Neogastropoda
Family
Muricidae
Genus
Urosalpinx

PROVENIÊNCIA E REGISTRO

Pessoa responsável pela análise
Beloni Terezinha Pauli Marterer
Verificação
Não verificado
Verificado por
Não informado
Data da verificação
Não informada
Data de publicação
28/06/2021
Número da versão
1
Editor da versão atual
Não informado

RESUMO DA AVALIAÇÃO EICAT

Confiança EICAT
Alta
Justificativa da confiança
Os estudos localizados indicam um histórico de Impactos ambientas pouco expressivos e fortes impactos sobre produção comercial de ostras.
Países/regiões de maior impacto
Reino Unido
Locais de maior impacto
Costa de Essex e Kent, Reino Unido.
Espécies impactadas
Não informado
SÍNTESE DOS IMPACTOS

Espécie predadora, alimenta-se de moluscos e cracas e outros organismos marinhos. Compete com espécie nativa por alimento. Pode causar grande prejuízo a cultivos de moluscos, (foi controlada com composto anti-incrustante tributilestanho (TBT) que dificulta ou interrompe a reprodução em U. cinerea e outros caramujos marinhos (Gibbs et al., 1991). O TBT está proibido em grande parte dos países.

AVALIAÇÃO COMPLETA CONFORME O EICAT

As respostas, os mecanismos, as evidências e as referências abaixo preservam a estrutura da avaliação registrada no SIGEEI.

00. O táxon exótico causou impactos ambientais?

Resposta
Sim
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

01. O táxon exótico causou reduções no desempenho de indivíduos na biota nativa?

Resposta
Sim
Mecanismo(s)
(1) Competição,(2) Predação
Evidência
Competição: Nonindigenous Urosalpinx cinerea directly competes with native California marine snail (Acanthinucella spirata) for prey (Travis, undated). GISD, acesso 27/06/2021 Predação: It has been observed that Urosalpinx will feed on a variety of molluscs including Ostrea edulis and its spat, Mytilus edulis, Cardium, Paphia spp., the American slipper limpet Crepidula jornicata, and the barnacles Balanus spp. and Elminius modestus (see Figure 2). Gait - soff, Prytherch , and E n g 1 e (1937) showed that in the United States oyster drills preferred barnacles over all other food animals studied, possibly owing to the accessibility and lack of protection of the edible parts. Hancock, D. A. (1954).
Referências
Hancock, D. A. (1954). The Destruction of Oyster Spat by Urosalpinx cinerea (Say) on Essex Oyster Beds. ICES Journal of Marine Science, 20(2), 186–196. doi:10.1093/icesjms/20.2.186; Global Invasive Species Database (2021) Species profile: Urosalpinx cinerea. Downloaded from http://www.iucngisd.org/gisd/speciesname/Urosalpinx+cinerea on 28-06-2021.

02. O táxon exótico causou declínio no tamanho da população de alguma espécie nativa?

Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

03. O táxon exótico causou a extinção local de pelo menos uma população de alguma espécie nativa?

Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

04. A extinção local observada é reversível ou irreversível se o táxon exótico for removido?

Resposta
Nenhuma extinção registrada
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado

INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA AVALIAÇÃO

Vias de introdução/dispersão
Aquacultura, produção animal.
Comentários e informações adicionais
Pode causar grande prejuízos em cultivos comerciais em diversos países. Predation on commercial oysters poses a serious risk Oostershclede as it is the center for shellfish culture and trade in the Netherlands (Faasse e Ligthart, 2007).
Referências adicionais sobre impactos
Cohen, A.N. 2005. Overview of 2004/05 Rapid Assessment Shore and Channel Surveys for Exotic Species in San Francisco Bay. Final Report for the California State Coastal Conservancy, Association of Bay Area Governments/San Francisco Bay-Delta Science Consortium, National Geographic Society and Rose Foundation. San Francisco Estuary Institute, Oakland, CA. http://bioinvasions.org/wp-content/uploads/2005-SFBay-RAS-2004-05-Overview.pdf; Gibbs, P. E., Spencer, B. E., & Pascoe, P. L. (1991). The American Oyster Drill, Urosalpinx Cinerea (Gastropoda): Evidence Of Decline in an Imposex-Affected Population (R. Blackwater, Essex). Journal of the Marine Biological Association of the United Kingdom, 71(04), 827. doi:10.1017/s0025315400053480;
Bases de dados consultadas
GISD,GRIIS,CABI Invasive Species Compendium,WORMS,GBIF
Comentários taxonômicos
Não informado

NOTAS DE INTERPRETAÇÃO PARA O SIGEEI

PRESENÇA NÃO É IMPACTO LOCAL

Esta ficha representa uma avaliação global da espécie. Ela não declara, por si só, que Urosalpinx cinerea Say, 1822 esteja estabelecida, invasora ou causando impacto em uma unidade de conservação específica. Essa distinção deve ser registrada separadamente pelos gestores e especialistas responsáveis pela unidade.

REFERÊNCIAS

  • Cohen, A.N. 2005. Overview of 2004/05 Rapid Assessment Shore and Channel Surveys for Exotic Species in San Francisco Bay. Final Report for the California State Coastal Conservancy, Association of Bay Area Governments/San Francisco Bay-Delta Science Consortium, National Geographic Society and Rose Foundation. San Francisco Estuary Institute, Oakland, CA. http://bioinvasions.org/wp-content/uploads/2005-SFBay-RAS-2004-05-Overview.pdf; Gibbs, P. E., Spencer, B. E., & Pascoe, P. L. (1991). The American Oyster Drill, Urosalpinx Cinerea (Gastropoda): Evidence Of Decline in an Imposex-Affected Population (R. Blackwater, Essex). Journal of the Marine Biological Association of the United Kingdom, 71(04), 827. doi:10.1017/s0025315400053480;
  • Hancock, D. A. (1954). The Destruction of Oyster Spat by Urosalpinx cinerea (Say) on Essex Oyster Beds. ICES Journal of Marine Science, 20(2), 186–196. doi:10.1093/icesjms/20.2.186; Global Invasive Species Database (2021) Species profile: Urosalpinx cinerea. Downloaded from http://www.iucngisd.org/gisd/speciesname/Urosalpinx+cinerea on 28-06-2021.

Financiamento: Projeto Estratégia Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção - (GEF Pró-Espécies) Todos contra extinção. Componente 3 - Prevenção, detecção precoce e resposta rápida de espécies exóticas invasoras.

Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras
Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras
GEF Pró-Espécies — Todos contra a extinção
GEF Pró-Espécies — Todos contra a extinção

Fonte da ficha: SIGEEI - https://sigeei.ufla.br