EICAT ASSESSMENT SHEET
EICAT ASSESSMENT SHEET
Environmental Impact Classification for Alien Taxa
Temora turbinata Dora
CATEGORIA EICAT: MODERATE (MO) - MODERADO
desloca a espécie nativa Temora stylifera
IDENTIFICATION AND CLASSIFICATION
Scientific name
Temora turbinata Dora
Autoria
(Dana, 1849)
Nomes comuns
copépode
Data da avaliação
19/04/2021
Avaliação
Global, independente de unidade de conservação
Resultado
MODERATE (MO) - MODERADO
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO
Kingdom
Animalia
Phylum
Arthropoda
Class
Copepoda
Order
Calanoida
Family
Temoridae
Genus
Temora
PROVENIÊNCIA E REGISTRO
Pessoa responsável pela análise
Patricia Puechagut
Verificação
Não verificado
Verificado por
Não informado
Data da verificação
Não informada
Data de publicação
19/04/2021
Número da versão
1
Editor da versão atual
Não informado
RESUMO DA AVALIAÇÃO EICAT
Confiança EICAT
Média
Justificativa da confiança
não há estudos da densidade da Temora nativa antes da introdução, o impacto pode ser pior que o registrado.
Países/regiões de maior impacto
Brasil
Locais de maior impacto
litoral
Espécies impactadas
Não há
SÍNTESE DOS IMPACTOS
desloca a espécie nativa Temora stylifera
AVALIAÇÃO COMPLETA CONFORME O EICAT
As respostas, os mecanismos, as evidências e as referências abaixo preservam a estrutura da avaliação registrada no SIGEEI.
00. O táxon exótico causou impactos ambientais?
Resposta
Sim
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
01. O táxon exótico causou reduções no desempenho de indivíduos na biota nativa?
Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
02. O táxon exótico causou declínio no tamanho da população de alguma espécie nativa?
Resposta
Sim
Mecanismo(s)
(1) Competição
Evidência
Competição: Diminuição da população da espécie nativa Temora stylifera.
Referências
VILLAC, M. C.; LOPES, R. M.; RIVERA, I. N. G.; BASSANELLO, R. T.; CUNHA, D. R.; FILHO, J. E. M.; SANTOS, D. B. Plâncton. In: LOPES, R. (Ed.). Espécies exóticas invasoras marinhas no Brasil. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2009. p. 39-104
03. O táxon exótico causou a extinção local de pelo menos uma população de alguma espécie nativa?
Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
04. A extinção local observada é reversível ou irreversível se o táxon exótico for removido?
Resposta
Nenhuma extinção registrada
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA AVALIAÇÃO
Vias de introdução/dispersão
Its arrival at the Brazilian coast likely occurred through ballast water release, but the possibility of unintentional introduction with shrimp breed stocks brought from Southeast Asia to establish aquaculture initiatives in Northeastern Brazil in the late 1970s cannot be discounted.
Comentários e informações adicionais
Não há
Referências adicionais sobre impactos
Ferreira, C. E. L., Junqueira, A. D. O. R., Villac, M. C., & Lopes, R. M. (2009). Marine bioinvasions in the Brazilian coast: brief report on history of events, vectors, ecology, impacts and management of non-indigenous species. In Biological invasions in marine ecosystems (pp. 459-477). Springer, Berlin, Heidelberg. ////////// da Rosa, J. D. C. L., & Batista, L. L. (2020). Spatial and temporal variability of the zooplankton community at Araruama Lagoon. Biotemas, 33(3), 1-10. ////////// Santos, E. P. D., & Meurer, B. C. (2016). Densidade dos copépodes Temora stylifera (Dana, 1849) e Temora turbinata (Dana, 1849) na Baía de Sepetiba, Rio de Janeiro, Brasil. Revista BioUSU, 2, 27-35. ////////// Ara, K. (2002). Temporal variability and production of Temora turbinata (Copepoda: Calanoida) in the Cananéia Lagoon estuarine system, São Paulo, Brazil. Scientia Marina, 66(4), 399-406.
Bases de dados consultadas
GRIIS,Base de dados Nacional (Instituto Hórus)
Comentários taxonômicos
Não informado
NOTAS DE INTERPRETAÇÃO PARA O SIGEEI
PRESENÇA NÃO É IMPACTO LOCAL
Esta ficha representa uma avaliação global da espécie. Ela não declara, por si só, que Temora turbinata Dora esteja estabelecida, invasora ou causando impacto em uma unidade de conservação específica. Essa distinção deve ser registrada separadamente pelos gestores e especialistas responsáveis pela unidade.
REFERÊNCIAS
- Ferreira, C. E. L., Junqueira, A. D. O. R., Villac, M. C., & Lopes, R. M. (2009). Marine bioinvasions in the Brazilian coast: brief report on history of events, vectors, ecology, impacts and management of non-indigenous species. In Biological invasions in marine ecosystems (pp. 459-477). Springer, Berlin, Heidelberg. ////////// da Rosa, J. D. C. L., & Batista, L. L. (2020). Spatial and temporal variability of the zooplankton community at Araruama Lagoon. Biotemas, 33(3), 1-10. ////////// Santos, E. P. D., & Meurer, B. C. (2016). Densidade dos copépodes Temora stylifera (Dana, 1849) e Temora turbinata (Dana, 1849) na Baía de Sepetiba, Rio de Janeiro, Brasil. Revista BioUSU, 2, 27-35. ////////// Ara, K. (2002). Temporal variability and production of Temora turbinata (Copepoda: Calanoida) in the Cananéia Lagoon estuarine system, São Paulo, Brazil. Scientia Marina, 66(4), 399-406.
- VILLAC, M. C.; LOPES, R. M.; RIVERA, I. N. G.; BASSANELLO, R. T.; CUNHA, D. R.; FILHO, J. E. M.; SANTOS, D. B. Plâncton. In: LOPES, R. (Ed.). Espécies exóticas invasoras marinhas no Brasil. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2009. p. 39-104