Ficha de avaliação EICAT
Artocarpus heterophyllus
MO · Moderado
Avaliação histórica recuperada de registros do SIGEEI. A estrutura e os campos foram preservados; a confirmação permanece pendente.
Identificação e síntese
Taxonomia registrada
Classificação canônica recuperada da integração com o GBIF. O sistema explicita os níveis que a própria resposta do GBIF não informa.
Avaliação de impactos
1. Redução no desempenho de indivíduos da biota nativa
Resposta: Sim
Mecanismos selecionados: (6) Envenenamento / toxicidade,(9) Impacto químico no ecossistema
Evidências por mecanismo
The low basal area value in some of the trails with the highest density (>200 plants/ha) was a result of the large amount of juvenile jackfruit plants along these trails. This observation also suggests that jackfruit invasion is still in process on the island. The high density of jackfruit adults, juvenile trees and seedlings in some areas draws attention to potential negative impacts on native plants such as preventing their establishment or development due to allelopathic action. Jackfruit allelopathic effects have been proved to inhibit the growth, survival, and reproduction of other plants (Kumar et al. 2006; Perdomo and Magalhães 2007). (Bergallo, 2016)
As concentrações de Fósforo, Potássio, Sódio, Cálcio, Carbono e Matéria Orgânica, não diferiram significativamente, ou seja, mantiveram-se nas mesmas proporções. Já o pH, e as concentrações de Cálcio+Magnésio, Magnésio, Alumínio e Hidrogênio+Alumínio apresentaram alterações significativas (Tab. 3). O pH teve sua concentração elevada pela presença da espécie, diminuindo a acidez dos solos. O Cálcio+Magnésio também apresentaram alterações signifi cativas, porém, quando analisados separadamente, observou-se que apenas o magnésio difere entre os ambientes, neste caso os sítios invadidos tiveram o aumento deste elemento em particular. No caso do Hidrogênio+Alumínio e do alumínio, observou-se que suas alterações foram na diminuição no ambiente invadido. (Fabricante et al., 2012)
Referências: Bergallo, H. G., Bergallo, A. C., Rocha, H. B., & Rocha, C. F. D. (2016). Invasion by Artocarpus heterophyllus (Moraceae) in an island in the Atlantic Forest Biome, Brazil: distribution at the landscape level, density and need for control. Journal of Coastal Conservation, 20(3), 191–198. doi:10.1007/s11852-016-0429-9; Fabricante, J.R., Araújo, K.C.T., Andrade, L.A. e Ferreira, J.V.A. (2012) Invasão biológica de Artocarpus heterophyllus Lam. (Moraceae) em um fragmento de Mata Atlântica no Nordeste do Brasil: impactos sobre a fi todiversidade e os solos dos sítios invadidos. Acta Botanica Brasilica 26(2): 399-407. 2012. https://www.scielo.br/pdf/abb/v26n2/15.pdf
2. Declínio no tamanho populacional de espécie nativa
Resposta: Sim
Mecanismos selecionados: (11) Impacto estrutural no ecossistema
Evidências por mecanismo
Even if A. heterophyllus brings benefits to T. dimidiatus, the same cannot be said for all the small mammal species present. This is particularly true for insectivore species such as the rodent Oxymycterus dasytrichus, which has its abundances reduced in areas where the jackfruit tree is present (unpublished data). (2015)
Referências: Mello, JHF., Moulton, TP., Raíces, DSL., Bergallo, HG. (2015) About rats and jackfruit trees: modeling the carrying capacity of a Brazilian Atlantic Forest spiny-rat Trinomys dimidiatus (Günther, 1877) – Rodentia, Echimyidae – population with varying jackfruit tree (Artocarpus heterophyllus L.) abundances. Braz. J. Biol., 2015, vol. 75, no. 1, p. 208-215 http://dx.doi.org/10.1590/1519-6984.11613
3. Extinção local de população nativa
Resposta: Não
4. Reversibilidade da extinção local após remoção do táxon
Resposta: Nenhuma extinção registrada