EICAT ASSESSMENT SHEET
EICAT ASSESSMENT SHEET
Environmental Impact Classification for Alien Taxa
Lythrum salicaria
Ocupa densamente áreas úmidas, margens de rios e riachos, margens de lagoas, lagos, valas em estradas e reservatórios. Compete com plantas nativas, prejudicam a polinização. Contribui para a eutrofização acelerada de corpos de água com efeitos na ciclagem de nutrientes e na distribuição de matéria orgânica. As alterações físicas e químicas no ambiente deslocam espécies da flora e da fauna.
IDENTIFICATION AND CLASSIFICATION
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO
PROVENIÊNCIA E REGISTRO
RESUMO DA AVALIAÇÃO EICAT
Ocupa densamente áreas úmidas, margens de rios e riachos, margens de lagoas, lagos, valas em estradas e reservatórios. Compete com plantas nativas, prejudicam a polinização. Contribui para a eutrofização acelerada de corpos de água com efeitos na ciclagem de nutrientes e na distribuição de matéria orgânica. As alterações físicas e químicas no ambiente deslocam espécies da flora e da fauna.
AVALIAÇÃO COMPLETA CONFORME O EICAT
As respostas, os mecanismos, as evidências e as referências abaixo preservam a estrutura da avaliação registrada no SIGEEI.
00. O táxon exótico causou impactos ambientais?
01. O táxon exótico causou reduções no desempenho de indivíduos na biota nativa?
02. O táxon exótico causou declínio no tamanho da população de alguma espécie nativa?
03. O táxon exótico causou a extinção local de pelo menos uma população de alguma espécie nativa?
04. A extinção local observada é reversível ou irreversível se o táxon exótico for removido?
INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA AVALIAÇÃO
NOTAS DE INTERPRETAÇÃO PARA O SIGEEI
Esta ficha representa uma avaliação global da espécie. Ela não declara, por si só, que Lythrum salicaria esteja estabelecida, invasora ou causando impacto em uma unidade de conservação específica. Essa distinção deve ser registrada separadamente pelos gestores e especialistas responsáveis pela unidade.
REFERÊNCIAS
- Da Silva, E. M., & Sargent, R. D. (2011). The effect of invasive Lythrum salicaria pollen deposition on seed set in the native species Decodon verticillatus. Botany, 89(2), 141–146. doi:10.1139/b11-001
- Maerz, J. C.; Brown, C. J.; Chapin, C. T.; Blossey, B., 2005. Can secondary compounds of an invasive plant affect larval amphibians? Functional Ecology. 19(6). DEC 2005. 970-975. https://besjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/j.1365-2435.2005.01054.x; Blossey, B.; Skinner, L.C.; Taylor, J., (2001). Impact and management of purple loosestrife (Lythrum salicaria) in North America. Biodiversity & Conservation. 10(10). October, 2001. 1787-1807 doi:10.1023/a:1012065703604;
- Lavoie, C. (2009). Should we care about purple loosestrife? The history of an invasive plant in North America. Biological Invasions, 12(7), 1967–1999. doi:10.1007/s10530-009-9600-7; Schooler, Shon S.; McEvoy, Peter B.; Coombs, Eric M., 2006. Negative per capita effects of purple loosestrife and reed canary grass on plant diversity of wetland communities. Diversity & Distributions. 12(4). JUL 2006. 351-363. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/j.1366-9516.2006.00227.x