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Ficha científica integrada

Oncorhynchus mykiss

(Walbaum, 1792) · ACCEPTED · GBIF 5204019

120ocorrências externas
24UCs monitoradas
1avaliações EICAT

Condição no Brasil e reconhecimento em UCs

Espécie não nativa no Brasil

Classificação automática baseada em fonte versionadaInvasora confirmada em UC

A origem não nativa em escala nacional é sustentada por fonte brasileira qualificada.

Espécie não nativa no Brasil segundo Zenni et al. (2024).

ICMBio · Portaria nº 510/2025: reconhecimento oficial da condição invasora em 15 UC(s) federal(is). Essa informação é local e não altera automaticamente a condição nacional.

Contexto nacional
Em vida livre
Fonte nacional
Zenni et al. (2024)
Data da avaliação
14/09/2026
Versão
2

Importante: a condição nacional, o reconhecimento oficial em uma UC e a situação local informada pelo gestor são afirmações complementares, com escalas e fontes próprias.

Taxonomia aceita

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Não informado
Ordem
Salmoniformes
Família
Salmonidae
Gênero
Oncorhynchus

Nomes e sinônimos

  • Oncorhynchus mykisssubmitted

Fontes de ocorrência

  • Global Biodiversity Information Facility32 registros
  • Instituto Hórus — Base de Dados Nacional de Espécies Exóticas Invasoras38 registros
  • Sühs et al. — ocorrências de espécies exóticas invasoras no Brasil50 registros

Distribuição e reconhecimento em unidades de conservação

As evidências de ocorrência e o reconhecimento oficial do ICMBio são exibidos na mesma tabela, sem confundir registro georreferenciado com reconhecimento normativo da condição invasora.

UnidadePresença registradaICMBio · Portaria nº 510/2025
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO SERRANA DE PETRÓPOLIS5 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DA MANTIQUEIRA13 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE CANANÉIA-IGUAPÉ-PERUÍBE2 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MACAÉ DE CIMA2 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MACAÉ DE CIMA2 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MANANCIAIS DO RIO PARAÍBA DO SUL9 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ROTA DO SOL2 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
ESTAÇÃO ECOLÓGICA ESTADUAL ARATINGA2 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
FLORESTA NACIONAL DE CANELA2 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
FLORESTA NACIONAL DE PASSA QUATRO5 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO PAPAGAIO5 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE ESTADUAL DOS TRÊS PICOS2 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DIAMANTINA2 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
PARQUE NACIONAL DA SERRA DA BOCAINA2 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
PARQUE NACIONAL DA SERRA DO ITAJAÍ2 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS2 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
PARQUE NACIONAL DA SERRA GERAL2 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
PARQUE NACIONAL DE APARADOS DA SERRA4 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
PARQUE NACIONAL DE CAPARAÓ2 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
PARQUE NACIONAL DE ITATIAIA2 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
PARQUE NACIONAL DE SÃO JOAQUIM9 ocorrência(s)Invasora confirmada em UC
RESERVA BIOLÓGICA DE ARARAS1 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista
RESERVA PARTICULAR DO PATRIMÔNIO NATURAL ESTADUAL COMPLEXO SERRA DA FAROFA6 ocorrência(s)Sem reconhecimento nesta lista

Avaliações EICAT globais

Rotas e vetores de introdução e dispersão

Relações nacionais publicadas por Ziller et al. (2026); não representam automaticamente uma rota ativa em cada UC.

Priorização

Os métodos apoiam etapas diferentes da mesma decisão. Seus graus e índices têm sentidos opostos e não devem ser comparados diretamente.

Priorização de ocorrências para manejo

Ziller et al. (2020): integra EICAT, estágio local e frequência. Graus menores indicam maior prioridade.

Priorização de EEI para controle e erradicação

Método oficial do ICMBio para avaliação operacional por gestores de UCs federais. Índices maiores indicam maior prioridade.

Sem avaliação publicada.

Comparar métodos e consultar resultados

Situação local informada

Ainda não há interpretação local cadastrada por gestores.

Manejo registrado

Ainda não há ação de manejo cadastrada.

Proveniência e histórico taxonômico

Referência operacional: GBIF. Divergências são preservadas como propostas e nunca substituem silenciosamente a taxonomia aprovada.

  1. accepted27/08/2026

    Normalização estrutural: separa nome canônico e autoria, sem mudar o táxon.

  2. superseded26/08/2026

    Proposta técnica substituída após a correção do conciliador GBIF. Nenhuma alteração taxonômica foi aplicada.

Histórico da condição no Brasil

Cada alteração preserva classificação, evidência, fonte, autoria e justificativa.

  1. Versão 2 · Espécie não nativa no Brasil14/09/2026 · processo automático

    Reclassificação automática e conservadora pelo método territorial 2.0.0.

  2. Versão 1 · invasive_confirmed31/08/2026 · processo automático

    Classificação nacional inicial derivada de fonte científica versionada; casos sem fonte ou conflitantes permanecem pendentes.