EICAT ASSESSMENT SHEET
EICAT ASSESSMENT SHEET
Environmental Impact Classification for Alien Taxa
Mytilicola orientalis
CATEGORIA EICAT: MODERATE (MO) - MODERADO
A espécie é parasita de bivalves e causa redução de população de espécies nativas
IDENTIFICATION AND CLASSIFICATION
Scientific name
Mytilicola orientalis
Autoria
Mori, 1935
Nomes comuns
copépode
Data da avaliação
01/06/2021
Avaliação
Global, independente de unidade de conservação
Resultado
MODERATE (MO) - MODERADO
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO
Kingdom
Animalia
Phylum
Arthropoda
Class
Copepoda
Order
Cyclopoida
Family
Mytilicolidae
Genus
Mytilicola
PROVENIÊNCIA E REGISTRO
Pessoa responsável pela análise
Clarissa Alves da Rosa
Verificação
Não verificado
Verificado por
Não informado
Data da verificação
Não informada
Data de publicação
01/06/2021
Número da versão
2
Editor da versão atual
Não informado
RESUMO DA AVALIAÇÃO EICAT
Confiança EICAT
Alta
Justificativa da confiança
A pesquisa retorna poucos trabalhos e todos se referem a parasitismo
Países/regiões de maior impacto
150
Locais de maior impacto
Mediterrâneo
Espécies impactadas
Não informado
SÍNTESE DOS IMPACTOS
A espécie é parasita de bivalves e causa redução de população de espécies nativas
AVALIAÇÃO COMPLETA CONFORME O EICAT
As respostas, os mecanismos, as evidências e as referências abaixo preservam a estrutura da avaliação registrada no SIGEEI.
00. O táxon exótico causou impactos ambientais?
Resposta
Sim
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
01. O táxon exótico causou reduções no desempenho de indivíduos na biota nativa?
Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
02. O táxon exótico causou declínio no tamanho da população de alguma espécie nativa?
Resposta
Sim
Mecanismo(s)
(5) Parasitismo
Evidência
Parasitismo: \"The parasitic copepod Mytilicola orientalis has been found to infect the indigenous oyster Ostrea edulis (STOCK, 1993) as well as the blue mussel, Mytilus edulis and is considered a serious pest (HOLMES & MINCHIN, 1995)\" (retirado de STREFTARIS & ZENETOS, 2006)
Referências
STREFTARIS, N., & ZENETOS, A. (2006). Alien Marine Species in the Mediterranean - the 100 ‘Worst Invasives’ and their Impact. Mediterranean Marine Science, 7(1), 87-118. doi:https://doi.org/10.12681/mms.180
03. O táxon exótico causou a extinção local de pelo menos uma população de alguma espécie nativa?
Resposta
Não
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
04. A extinção local observada é reversível ou irreversível se o táxon exótico for removido?
Resposta
Nenhuma extinção registrada
Mecanismo(s)
Não informado
Evidência
Não informado
Referências
Não informado
INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA AVALIAÇÃO
Vias de introdução/dispersão
Não informado
Comentários e informações adicionais
Não informado
Referências adicionais sobre impactos
1. Goedknegt MA, Nauta R, Markovic M, Buschbaum C, Folmer EO, Luttikhuizen PC, van der Meer J, Waser AM, Wegner KM, Thieltges DW. 2019. How invasive oysters can affect parasite infection patterns in native mussels on a large spatial scale. Oecologia (2019) 190:99–113 https://doi.org/10.1007/s00442-019-04408-x; 2. Goedknegt MA, Bedolfe S, Drent J, van der Meer J, Thieltges DW. (2018): Impact of the invasive parasitic copepod Mytilicola orientalis on native blue mussels Mytilus edulis in the western European Wadden Sea, Marine Biology Research, DOI: 10.1080/17451000.2018.1442579
Bases de dados consultadas
CABI Invasive Species Compendium
Comentários taxonômicos
Não informado
NOTAS DE INTERPRETAÇÃO PARA O SIGEEI
PRESENÇA NÃO É IMPACTO LOCAL
Esta ficha representa uma avaliação global da espécie. Ela não declara, por si só, que Mytilicola orientalis esteja estabelecida, invasora ou causando impacto em uma unidade de conservação específica. Essa distinção deve ser registrada separadamente pelos gestores e especialistas responsáveis pela unidade.
REFERÊNCIAS
- 1. Goedknegt MA, Nauta R, Markovic M, Buschbaum C, Folmer EO, Luttikhuizen PC, van der Meer J, Waser AM, Wegner KM, Thieltges DW. 2019. How invasive oysters can affect parasite infection patterns in native mussels on a large spatial scale. Oecologia (2019) 190:99–113 https://doi.org/10.1007/s00442-019-04408-x; 2. Goedknegt MA, Bedolfe S, Drent J, van der Meer J, Thieltges DW. (2018): Impact of the invasive parasitic copepod Mytilicola orientalis on native blue mussels Mytilus edulis in the western European Wadden Sea, Marine Biology Research, DOI: 10.1080/17451000.2018.1442579
- STREFTARIS, N., & ZENETOS, A. (2006). Alien Marine Species in the Mediterranean - the 100 ‘Worst Invasives’ and their Impact. Mediterranean Marine Science, 7(1), 87-118. doi:https://doi.org/10.12681/mms.180